Dia das Mães! – Domingando

 Boa tarde!! ;D

Ontem foi dia das mães e eu não poderia deixar passar batido aqui no blog! Ontem fomos numa churrascaria e depois passamos o resto do dia em casa. Vou deixar aqui um textinho da Clarissa Corrêa e 3 fotos de ontem!

 

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“Na hora da alegria, do medo, da farra e do aperto ela sempre esteve (e está) lá. Minha mãe é assim: está lá pra todo mundo, fica tão lá que esquece dela. É aquela amiga que segura a mão e o coração, o tipo de gente que você quer ter do lado pra rir e chorar junto. Porque ela é assim, faz a gente rir da vida quando tudo está um caco e faz a gente chorar falando alguma coisa bonita em qualquer momento alegre. Minha mãe sempre esteve comigo, tento lembrar de algum momento em que precisei dela e ela faltou e não lembro. Por isso, acostumei assim, com essa coisa boa de ter gente me segurando (tem coisa melhor que colo de mãe?). Porque a gente precisa de alguém pra segurar a gente. Minha mãe, que segura todo mundo, sabe que estou sempre aqui pra que, caso ela caia, tenha alguém pra ajudar a dar a volta por cima.” (Clarissa Corrêa)

 

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Mãe linda! Amor da minha vida.

Amo você mais que tudo (L)

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 Ah!!

Logo logo vou colocar um post sobre uma categoria nova que vai ter aqui =)

Do que é essencial – Domingando

“Não importa muito TODO O DINHEIRO DO PLANETA se você for uma pessoa solitária e sozinha. Se você não tiver alguém que olhe pra você, COM AMOR, e diga que não importa o quê vai estar lá por você. Pode ser sua mãe, seu irmão, sua amiga, ou Deus. A GENTE PRECISA DE AMOR. Uma vida sem amor é uma vida sem propósito. Acho que às vezes a gente se impõe umas metas financeiras bem altas para deixar de olhar para coisas que estão bem aqui embaixo. Não estou dizendo para você desistir das suas metas (eu não vou desistir das minhas), estou é me perguntando quais são as prioridades certas…Meu pai é um dos homens mais sábios que eu conheço. Outro dia ele me perguntou se estava valendo a pena. Todo o esforço. “Há pessoas que ganham um salário mínimo e são muito mais felizes que muito procurador, Elenita”, ele me disse. Eu dei de ombros na hora, porque quero o carro, e o apartamento, e as viagens pra Europa… Mas seu Itamar tem razão. Nada disso faria mais sentido se eu não tivesse mais as relações que fazem isso ter sentido. As relações de amor, sabe? As relações de amizade, as relações de família.Sei lá por que vim até aqui. Mas deu vontade de dizer que às vezes mais importante do que a definição do “para onde” é a certeza do “com quem”. Às vezes mais importante do que a definição do “para onde” é a certeza do “com quem”.Bem assim.” (Elenita Rodrigues)

Clarissa Corrêa – Domingando

Essa é uma das categorias que eu sempre quis ter aqui no blog. Eu sou viciada em crônicas, principalmente da Clarissa Corrêa. Eu já fui em dois lançamentos dela, tenho todos os livros. Tenho até foto com ela! E assim como ela é doce nos seus textos, ela é doce pessoalmente. Então vocês podem ter certeza que muitos textos como esse aparecerão por aqui. Não vou definir apenas um dia na semana, pq eu me conheço, e sempre que eu gostar de algum ou me lembrar de outro, vou colocar. Esse que eu vou postar hoje é um dos textos que eu mais gosto!

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A gente tinha tudo para dar errado, mas demos certo!

Alguns disseram que não ia durar. Logo ele, o Chico, Chiquinho, Chicória, Chicote, Chicão. Logo ele, que não se envolvia com ninguém. Logo ele, que era um solteirão. Logo ele, o festeiro. Logo ele, que ficava com uma e com outra. Logo ele, que não se prendia. Logo ele, que tinha fama de pegador. Logo ele, que só tinha tido uma namorada quando adolescente e mais nenhuma depois de adulto.
Outros insistiam em coisas chatas. Chico, vem pra cá, aqui tá cheio de mulher (disse um “amigo” dele certa vez). Outros, mandavam ilustrações de aniversário: Chico, olha, isso é a tua cara. E era o quê? Foto de alguma mulher seminua. É, não foi fácil. Pelo contrário: foi bem, bem difícil.
Sofri muito para entender que o passado fica lá atrás. Relutei muito para realmente me entregar de vez. Pensei muito, tinha medo de sofrer. Medo que ele fosse um canalha. Medo que ele sentisse medo da vida antiga, onde tudo era festa, bebida e mulher. Medo que ele sentisse falta dos dias que tinham ficado para trás, onde tudo era prazer. Onde não existia horário, compromisso, satisfação. Onde não existia amor nem respeito nem consideração nem cumplicidade nem nada disso que a gente tem. Onde a única coisa que existia era o egoísmo.
Uma menina me atormentou durante muito tempo. Era uma ex-ficante, que me contava por e-mail, com riqueza de detalhes, o jeito que eles transavam. E apostava que o dia em que eu seria corna iria chegar. Foi por causa dela que tirei os comentários do blog. Sofri, sofri, sofri. Quase terminei. Ela estragou meus dias durante muito tempo. Era incansável. Mandava diversos e-mails. Me perseguia. Até que ela cansou.
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Acabei me afastando de algumas pessoas. A gente sente direitinho quem quer o nosso bem. Se eu estou feliz e você gosta de mim, por favor fique feliz também. Se a sua vida é uma desgraça, desculpa, não tenho culpa. Se os seus sonhos e planos não deram certo, por gentileza, não descarregue em mim. Também tenho sonhos e planos que não se concretizaram e nem por isso sou amarga. Nem por isso não desejo a sua felicidade. Sempre disse e repito: é fácil ser solidário quando tudo está uma merda. É fácil esticar a mão, ficar ao lado, ouvir as tragédias. Difícil mesmo é ficar feliz lá no fundo quando o outro conquista alguma coisa. Quando ele se dá bem. Quando ele está com o coração sorrindo. A gente percebe direitinho sorrisos amarelos, olhares não sinceros. Acho isso tão pequeno. Se você gosta de alguém, se é amigo de alguém é obrigação ficar feliz pela pessoa.
Ninguém é igual a ninguém, eu sei. Não posso querer que você seja de um jeito que não é o seu. E se eu gosto, tenho que gostar por inteiro. Mesmo com defeitos, mesmo com passado, mesmo com tudo. Eu também tenho a minha história, com partes bonitas e feias. E quando duas vidas se cruzam, com tudo de errado e certo, é a gente que escolhe ficar. E foi essa a escolha que nós fizemos. A gente tinha tudo pra dar errado. Mas demos certo. E é por isso que há três anos e três meses, todo dia vinte e três, a gente comemora o amor de algum jeito.